Horário das Missas e Serviços

Peregrinos de Esperança,

Unidos na Missão

15 de fevereiro de 2026

Informações


CARNAVAL: Como já é habitual, na segunda e terça-feira de Carnaval não haverá a missa das 9h30. O Atendimento e a Igreja abrem às 18h00.

  

QUARTA-FEIRA DE CINZAS: Teremos celebração eucarística com imposição das cinzas, nas horas habituais: 9h30 (Capela da Misericórdia) e 19h00 (Igreja).

 

VIA-SACRA: Ao longo da Quaresma teremos, às sextas-feiras, a Via Sacra pelas 19h30, orientada pelos vários grupos pastorais.

 

CENTRO SOCIAL

O Centro Social Paroquial São Tomás de Aquino está a organizar workshops abertos à população local, com o objetivo de dar a conhecer à  comunidade as atividades e serviços do Centro, bem como dinamizar novas atividades para os usufrutuários da Instituição.

Esta iniciativa teve início em janeiro de 2026, com a realização do primeiro workshop de nutrição, em parceria com o Centro de Saúde de Sete Rios. Ao longo do ano de 2026, serão realizados pelo menos oito workshops, promovendo a partilha de conhecimento, a criatividade e o envolvimento da comunidade. 

Por Paróquia São Tomás de Aquino 14 de fevereiro de 2026
Missa 19h00
Por Paróquia São Tomás de Aquino 18 de outubro de 2025
STA 2025 - Peregrinos de Esperança, Unidos na Missão
Por Paróquia São Tomás de Aquino 7 de outubro de 2025
FOTO: Arlindo Homem/Patriarcado de Lisboa Carta pode ser consultada no seguinte endereço: https://www.patriarcado-lisboa.pt/site/index.php?cont_=40&id=13104&tem=803
Por Paróquia São Tomás de Aquino 19 de março de 2022
Foto do altar da nossa Igreja e do altar da Casa Provincial da Congregação da Missão em Kiev, Ucrânia.
ENTRE NÓS

UM NOVO ANO QUE COMEÇA, UM CAMINHO QUE CONTINUA


Iniciamos um novo ano civil, o ano de 2026, como comunidade cristã a caminho. Cada novo ano traz consigo expectativas, desafios e interrogações, mas também a oportunidade de renovar o coração, o olhar e o compromisso com aquilo que dá verdadeiro sentido à nossa vida. Fazemo-lo conscientes de que não começamos do zero: continuamos um caminho já traçado e assumido, marcado pelo nosso plano pastoral “Peregrinos de Esperança, Unidos na Missão”.


Este desafio da missão é hoje uma interpelação constante à nossa Igreja e à nossa comunidade. As palavras e os apelos do nosso Patriarca recordam-nos, com insistência, que somos chamados a uma verdadeira conversão missionária da nossa vida pessoal e da nossa pastoral. Não basta manter o que já existe; é necessário sair, encontrar, escutar, anunciar e testemunhar, com humildade e alegria, o Evangelho de Jesus Cristo no mundo em que vivemos.


O início deste novo ano surge também enriquecido por momentos significativos da vida da Igreja. Aproxima-se a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, que nos convida a renovar o desejo profundo da comunhão entre todos os que acreditam em Cristo. Aproxima-se igualmente a Semana de Oração pelas Vocações Consagradas, tempo favorável para rezar, agradecer e acompanhar aqueles que, de modo particular, entregam a sua vida ao serviço do Reino de Deus. E, na vida concreta da nossa paróquia, aproximamo-nos também da Festa do nosso Padroeiro, ocasião privilegiada para reforçar a identidade da nossa comunidade, agradecer o caminho feito e renovar o compromisso de fidelidade ao Evangelho.


Tudo isto acontece num contexto social e mundial marcado por muitas interpelações, por mudanças rápidas e, não poucas vezes, por incerteza e preocupação. Diante desta realidade, como cristãos não somos chamados ao medo nem ao desânimo, mas a encarar o futuro com esperança. Uma esperança que não ignora as dificuldades, mas que as atravessa sustentada pela fé.


Para nós, esta esperança tem um rosto concreto: Jesus Cristo. Ele nasceu para nós, entrou na nossa história e permanece connosco. É Ele a luz que ilumina os caminhos escuros, o farol que orienta o nosso caminhar pessoal e comunitário. Nele encontramos a força para continuar, a coragem para a missão e a alegria de sermos Igreja viva no meio do mundo.


Que este novo ano de 2026 seja, para todos nós, tempo de graça, de discernimento e de compromisso renovado. Caminhemos juntos, como peregrinos de esperança, unidos na missão, deixando-nos guiar por Cristo, luz que nunca se apaga.


Pe Álvaro Cunha, CM

Tempos

Tempo Comum: viver a fé no ritmo da esperança


Com o início de um novo ano civil e com o fim do Tempo do Natal, a Igreja convida-nos a entrar no Tempo Comum, um tempo que acompanha grande parte do ano litúrgico e que corresponde ao ritmo habitual da vida cristã. Depois de celebrarmos os grandes mistérios da nossa fé, a Encarnação, a proximidade de Deus que se faz carne e habita entre nós, somos agora chamados a acolher esse mistério no dia a dia da nossa existência.


O Tempo Comum não é um tempo “sem graça” ou menos importante. Pelo contrário, é o tempo em que a fé se torna caminho quotidiano, onde o Evangelho é escutado e vivido passo a passo. Ao longo destas semanas, somos convidados a acompanhar Jesus na sua vida pública, a escutar as suas palavras, a contemplar os seus gestos, a deixar-nos formar como discípulos. É neste tempo que a fé amadurece, que a esperança se consolida e que o amor se traduz em compromisso concreto.


Também na vida da nossa comunidade, o Tempo Comum tem um ritmo próprio. É o tempo das celebrações dominicais que sustentam a caminhada, dos sacramentos celebrados com regularidade, da catequese, dos grupos, dos encontros, do serviço e da missão. É o tempo em que, muitas vezes sem grandes acontecimentos extraordinários, a Igreja cresce na fidelidade, na perseverança e na comunhão. Tudo isto vivido não de forma dispersa, mas animado pela mesma fé, pela mesma Palavra e pela mesma Eucaristia que nos reúne.


Neste nosso ano pastoral continuamos a caminhar sob o lema que nos une: “Peregrinos de esperança, unidos na missão.” Somos peregrinos porque estamos sempre a caminho, nunca instalados. Somos peregrinos de esperança porque acreditamos que Deus continua a agir na história e na vida de cada pessoa. E somos unidos na missão porque a fé não se vive isoladamente, mas em comunidade, como Igreja chamada a testemunhar Cristo no mundo.


Recentemente, a Igreja concluiu o tempo jubilar com o encerramento da Porta Santa. No entanto, o espírito do Jubileu não se fecha nem se esgota. O ritmo jubilar da esperança permanece, convidando-nos a manter o coração aberto, disponível à conversão, à reconciliação e ao acolhimento da misericórdia de Deus. Cada tempo comum vivido com fé pode tornar-se, assim, um verdadeiro tempo jubilar, onde a graça continua a passar e a transformar.


Que este Tempo Comum e este novo ano que agora iniciamos sejam vividos à luz desta esperança que nasce da fé em Cristo vivo. Que saibamos reconhecer Deus presente no quotidiano, nas pequenas coisas, nos gestos simples, e que a nossa comunidade continue a caminhar unida, fiel e missionária, como sinal de esperança no meio do mundo.


Pe Álvaro Cunha, CM